fachada Casa do Castelo
fotografia fachada Casa do Castelo

História


Numa das mais belas regi�es de Portugal, em Atouguia da Baleia, perto de Peniche, entre o campo e o Oceano Atl�ntico com as suas praias de longos areais, ergue-se bela, discreta e senhorial a Casa Castelo. Paredes-meias com as muralhas de um velho castelo mourisco (Sec. XII) o qual deu o nome � casa constru�da no S�c. XVII (transformada e ampliada no S�culo XIX) a Casa do Castelo proporciona ao visitante um encontro com a Hist�ria e a tradi��o.

Aqui, num ambiente de requintado bom gosto, onde as mem�rias do passado est�o presentes a cada passo, a arte de bem receber e a hist�ria de uma fam�lia misturam-se com o conforto e o prazer de saborear a Natureza, a paz e a liberdade dos grandes espa�os abertos. Num raio de 5 Km, o visitante tem ao seu dispor os mais variados desportos: Golf, T�nis, Equita��o, Pesca, Surf, Wind-Surf, Kart, etc.

Esta regi�o oferece-lhe, al�m do valioso patrim�nio cultural e natural, um interessante artesanato e uma excelente gastronomia que, vai buscar ao mar e � terra o essencial dos seus sabores: peixe e marisco, produtos hort�colas.

A Casa do Castelo tem ao dispor dos seus visitantes 7 quartos duplos com casa de banho privativa, sala de estar e bar. Aquecimento central e lareira, piscina, estacionamento privado e jardins.

A Hist�ria da Casa

A casa constru�da paredes-meias com a muralha medieval do Castelo, data do s�culo XVII, tendo tido obras de amplia��o e transforma��o no primeiro quartel do s�culo XIX.
Azulejos, processos consecutivos e certos elementos arquitect�nicos, como por exemplo a chamin� mourisca, atestam a primitiva constru��o.

Os al�ados muito ao gosto do s�culo XIX apresentam-se-nos s�brios e elegantes, brancos com as suas janelas ogivais de vidros coloridos e cornijas, balaustradas e fachas ocres.

As obras de restauro, amplia��o e remodela��o conclu�das em Junho de 1995 com o apoio da Direc��o Geral de Turismo e da C.E. tiveram como finalidade a recupera��o da casa de modo a poder funcionar como uma unidade de turismo de habita��o.

O projecto pretendeu respeitar os al�ados existentes quer em termos formais quer crom�ticos. O interior foi totalmente demolido e reconstru�do obedecendo sempre que poss�vel ao tra�ado anterior, mas com altera��es, de forma a tornar a habita��o mais funcional, com melhores condi��es de acessibilidade e ilumina��o.

O pateo a poente foi transformado num agrad�vel espa�o de lazer e as antigas cocheiras e galinheiros transformado em quartos com um espa�o em alpendre sobre a piscina.
No interior, com todas as comodidades da vida moderna pode-se conviver com o bom gosto e o requinte, saborear a tradi��o ou encontrar nos espa�os e objectos, mem�rias da velha casa e de familiares de antanho.

H� muitos anos na posse da fam�lia, s�o hoje seus propriet�rios Maria Helena Horta Gama de Almeida Baltazar e filhos.

Hist�ria e lenda do Castelo

O Castelo que se diz ter sido levantado por D. Diniz, revela tra�os de constru��o mais remota, sendo de lembrar que no foral dos G�licos de 1187 se l�: "tenha o concelho atalaias que, quando for preciso, guardem e defendam o Castelo".

D. Pedro I (e depois outros soberanos) e fidalgos da corte, passavam temporadas, quer nos Pa�os Reais da Serra de El-Rei quer no Castelo da Atouguia para distra�rem seus �cios assistindo aos divertimentos taurinos e talvez experimentar a sua pr�pria destreza.
D. Luis de Atayde a quem a Vila fora doada em 21 de Abril de 1555 por D. Jo�o III, ter� mandado reparar o antigo Castelo, no qual ainda hoje se advinham estilos arquitect�nicos de varias �pocas.

Segundo Braancamp Freire, Andr� de Resende comp�s para o Castelo a Seguinte inscri��o:
"D. Jo�o III, Rei de Portugal, Pio e felizmente invenc�vel, filho de D. Manuel, Rei de Portugal, Pio e felizmente invenc�vel, mandou fazer este Castelo com baluartes para defesa da povoa��o e para afastar da costa os piratas, a pedido e expensas de D. Luis de Atayde, senhor do terino de Atouguia...Enquanto Atayde defender a nossa costa e, ao mesmo tempo permanecer de p� este Castelo, belo, soberbo, amea�ador: n�o � permitido aos piratas arrebatar daqui presa alguma, nada vos � l�cito roubar nesta regi�o."

A este Castelo anda ligada uma curiosa lenda: a lenda das duas arcas que certo Rei, por maldade, mandou um dia guardar num dos subterr�neos, abarrotando uma delas de um tesouro maravilhoso e enchendo outra de peste. Depois ofereceu a m�o da Princesa sua filha ao primeiro que quisesse tentar a oportunidade de abrir a arca do tesouro.
Claro que, no receio de vir justamente a ser destapada a arca cheia de peste, ainda hoje certamente, por aqui se encontram escondidas as duas arcas... E a lenda n�o diz se a princesa chegou a casar-se.

De atalaia � plan�cie verdejante que se estende l� em baixo, as ru�nas do velho Castelo continuam firmes e majestosas. As suas pedras, carcomidas pelo tempo e pelas intemp�ries parecem querer murmurar-nos mil e uma hist�ria de encantar, de Reis e de Rainhas, de comerciantes abastados que por aqui passaram h� muitos anos.
Do Castelo citado em in�meros documentos antigos, pouco se conhece da sua configura��o, do seu tra�ado original e da sua planta.

Hoje apenas um pano de muralha e uma torre voltada ao mar, altiva, continua de vigia agora, n�o para impedir qualquer invas�o moura ou pirata, mas para respeit�vel e venerada na sua antiguidade nos lembrar 8 s�culos de hist�ria.

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